Atualizado em 10 de setembro de 2026
O Cérebro é um acervo pessoal, mantido pelo seu dono, para uso do próprio dono. Não é um produto aberto a cadastro, não é vendido, e não há contratação envolvida. Estes termos existem para deixar claro o que ele é, e para atender ao que o Google exige de qualquer aplicativo que peça acesso a uma conta.
Guardar o que o dono lê — links, artigos, posts, arquivos — e a agenda dele, resumir esse material, organizá-lo por assunto, e responder perguntas sobre ele. É biblioteca com um bibliotecário, não rede social nem serviço para terceiros.
Só o dono. As telas ficam atrás de senha e as rotas de automação atrás de um token. Não há criação de conta, e o acesso não é oferecido a mais ninguém — nem gratuitamente, nem mediante pagamento.
O Cérebro guarda cópia do texto das páginas que o dono salva, para leitura e busca privadas — do mesmo jeito que um recorte de jornal guardado numa pasta. Nada disso é republicado, redistribuído ou exposto publicamente. Os direitos de cada conteúdo continuam de quem os tem, e um pedido de remoção de um titular é atendido.
Quando o dono conecta a conta do Google, o Cérebro recebe permissão de somente leitura para a agenda, e a usa apenas para trazer os eventos para o acervo. Ele nunca cria nem altera evento. O que é lido, guardado e com quem é processado está descrito na Política de Privacidade. A permissão se revoga a qualquer momento em myaccount.google.com/permissions.
O sistema é fornecido como está, sem garantia de disponibilidade, exatidão ou preservação. Resumos e classificações são produzidos por modelos de linguagem e podem estar errados: o que vale é sempre a fonte original, que o Cérebro guarda e mostra junto. Não use um resumo daqui como se fosse o documento.
Nada aqui constitui aconselhamento profissional de qualquer natureza.
Estes termos podem mudar conforme o sistema muda. A data no alto diz quando foi a última vez.